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Esfinge de Gizé



A esfinge, uma das mais importantes e mais conhecidas obras da humanidade fica entre as piramides na cidade de Gizé no Egito.

 

Construída na IV dinastia egípcia, em torno de 2723 e 2563 a.C., sua cabeça é uma cópia da cabeça do faraó Quafrén ou de seu irmão e também faraó Djedefré.

 

Ela se destaca sobre as pedrarias de alguma construção que esteve ali antigamente, tendo sido construída com pedras especiais, diferentes das piramides.

 

Tem 20,12 metros de altura e 73,15 metros de comprimento, com a largura de 4,17 metros.

 

Não se sabe se foi vandalismo ou se foi a ação do tempo que fez com que ela acabasse perdendo seu nariz, o cavanhaque e a serpente Uraeus que ficava em sua testa.

 

 

Significado

 

No original ela era chamada de shesep-ankh que significa imagem viva, mas quando os gregos foram fazer a tradução do nome fizeram de forma errônea, traduzindo como sphingx que significa ligar, por ela ser parte animal e parte humana, sendo assim um elo de ligação entre ambos.

 

Em sua boca consta a seguinte inscrição: “ Eu protejo a capela do teu túmulo. Eu guardo tua câmara mortuária. Eu mantenho afastado os intrusos. Eu jogo os inimigos no chão e suas armas com eles. Eu expulso o perverso da capela do sepulcro. Eu destruo os teus adversários em seus esconderijos, bloqueando-os para que não possam mais sair”.

 

Essa tarefa de proteção é facilmente compreendida pois para os egípcios o leão era o guardião dos lugares sagrados e protetor do subterrâneo, tendo sua imagem ligada ao deus Atum.

 

 

História

 

A Esfinge ficou por muitos anos abandonada depois que a Necrópole egípcia foi abandonada, sendo que a ação do tempo foi soterrando-a.

 

Já em 1400 a.C. tentaram desenterrá-la, no reinado do Tutmósis IV, sem conseguir sucesso.

 

Foi em 1817 que inciaram um trabalho sistematizado para trazê-la de volta a tona e restaurá-la, trabalho esse que foi concluído em 1925. Desde então tornou-se importante destino para todos aqueles que se interessam pela história e mistérios da antiguidade.

 

Autoria: Bruna Barlach

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