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	<title>Fonte do Saber - Mania de Conhecimento</title>
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	<description>Artigos, apostilas e variedades.</description>
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		<title>A Era JK e o Plano de Metas</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:24:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrohventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: História]]></category>

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		<description><![CDATA[Juscelino Kubitscheck foi presidente do Brasil a partir do ano de 1956. A época na qual ele governou o país ficou conhecida como época desenvolvimentista em função da política econômica desenvolvida por este governo, que tem como mais importante marco histórico o Plano de Metas. &#160; Plano de Metas &#160; O slogan do Plano de ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>Juscelino Kubitscheck foi presidente do Brasil a partir do ano de 1956. A época na qual ele governou o país ficou conhecida como época desenvolvimentista em função da política econômica desenvolvida por este governo, que tem como mais importante marco histórico o Plano de Metas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Plano de Metas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O slogan do Plano de Metas de JK era que o Brasil deveria crescer cinquenta anos em cinco. A partir do desenvolvimento da indústria de base e da infraestrutura nacional, principalmente a de transportes, para possibilitar a movimentação da produção industrial, hidrelétrica para garantir o desenvolvimento dos outros setores industriais e de extração de petróleo para alimentar todas as outras.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O objetivo do presidente era transformar o país em um exemplo de industrialização. Tirá-lo do patamar de país sub-desenvolvido para um país industrializado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A iniciativa privada (que já investia em diversos setores como alimentação, tecidos, construção civil, móveis e roupas) continua a fazer seus investimentos com a entrada também de investidores estrangeiros, na produção de produtos para consumo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste plano estavam estabelecidas nada menos que 31 metas que destinavam-se a cinco setores da economia nacional, são estes: Indústria de base, transporte, energia, educação e alimentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para entender melhor a escolha destes setores, a educação deveria ser voltada para o trabalho, com a implantação de centros de formação de trabalhadores qualificados para as indústrias nacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na indústria de base criou a Petrobrás, que até hoje é responsável pelo setor petrolífero nacional, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN); no setor energético criou a Eletrobrás, no setor de comunicações a Embratel. Além disso construiu muitas das grandes rodovias que viriam a marcar para sempre a história do nosso país tornando o transporte rodoviário a escolha nacional para movimentação de pessoas e bens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Como coroação do plano de metas veio a construção de Brasília como nova capital do país, dentro do processo de interiorização do desenvolvimento e criação de um marco simbólico importante para JK.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Consequências Negativas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se, por um lado, foi através do plano de metas que o Brasil conseguiu desenvolver-se em diversos setores e chegar ao patamar que estamos hoje é preciso que compreendamos que este plano não teve somente consequências positivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para financiar as obras de infraestrutura JK tomou diversos empréstimos internacionais que viriam a aumentar de forma avassaladora nossa dívida externa. Este processo causa, posteriormente, o crescimento e agravamento do processo inflacionário a níveis enormes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Além disso, por este processo de desenvolvimento da infraestrutura não ter sido acompanhado por um processo de investimento em pesquisa e desenvolvimento tecnológico, o Brasil ficou dependente das tecnologias importadas para manter e ampliar as indústrias e serviços criados, o que cria uma relação de dependência complicada para um país nas relações internacionais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Outro fator preocupante foi o grande êxodo rural pois não houve investimento em melhorias para a população do campo e para os setores essenciais para o desenvolvimento destas populações, que acabavam por buscar nas cidades novas oportunidades, o que geraria, a curto prazo, falta de mão de obra no campo e uma massa de desempregados nas cidades causando o acirramento da competição com a formação de um massivo exército industrial de reserva, diminuindo assim os salários e prejudicando as condições de trabalho.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria: Bruna Barlach</p>
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		<title>A História da Moeda (História do Dinheiro)</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:14:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrohventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: História]]></category>

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		<description><![CDATA[Estudar a história da moeda é estudar a história das relações comerciais e do valor e suas modificações através do tempo. &#160; Para compreendermos as trocas monetárias, que são as transações comerciais que fazemos hoje, trocando “dinheiro” por “mercadoria” e recebendo dinheiro ao vendermos nosso trabalho é preciso, primeiramente, que voltemos mais na história e ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>Estudar a história da moeda é estudar a história das relações comerciais e do valor e suas modificações através do tempo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para compreendermos as trocas monetárias, que são as transações comerciais que fazemos hoje, trocando “dinheiro” por “mercadoria” e recebendo dinheiro ao vendermos nosso trabalho é preciso, primeiramente, que voltemos mais na história e compreendamos as trocas diretas, ou seja, quando se trocava mercadoria por mercadoria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Trocas diretas</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sim, mesmo antes de haver uma moeda que funciona como medida do valor de troca de determinada coisa, as pessoas trocavam coisas entre si. O criador de ovelha trocava sua lã com o plantador de tomate, o plantador de tomate trocava tomates por ovos e assim sucessivamente. Desde as primeiras organizações sociais este tipo de transação se estabeleceu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Porém ela gerava alguns problemas. O primeiro era o transporte propriamente dito das mercadorias para a área de troca, que poderia ser fácil para o criador de ovelhas mas ficava bem mais complicado para o produtor de batatas e outro problema central era estabelecer a equivalência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quantas batatas deveria ser trocadas por uma dúzia de ovos? E quantos ovos valiam um fardo de lã? Quem poderia estabelecer essa equivalência?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Criação da equivalência: a moeda</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma solução encontrada foi estabelecer uma tabela de equivalência dos produtos em mercadoria monetária, a moeda. Assim todos iam à feira, trocavam seus produtos por moedas e com estas moedas conseguiam comprar produtos dos outros produtores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>É claro que nem sempre essa mercadoria monetária foi expressa em moedas redondas de metal como temos hoje em dia, diversos materiais foram utilizados para a representação de dinheiro, desde o sal, até conchas, passando por ouro, prata e outros materiais mais raros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O pensamento vigente na escolha do material era sempre utilizar algo que fosse raro, para que você não estivesse andando na rua e se deparasse com uma fonte sem fim de dinheiro, como aconteceria se fossem adotados pedregulhos, o que inviabilizaria o processo de troca de mercadorias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Marco histórico</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi em Portugal, cerca de 500 a. C que foi criada a primeira moeda com a finalidade de pagarem a um pastor pelo seus serviços. Como ele percebeu que havia uma disparidade na troca direta de mercadorias ele estabeleceu que só aceitaria ser pago em ouro e prata.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para pagar a este pastor, David Ferreira, começaram a moldar estes metais em formas arredondadas, o que já lembra muito as moedas como a conhecemos hoje em dia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foi a partir deste momento que as moedas passaram a se popularizar e passaram a ser utilizadas por diferentes povos em todo o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Hoje em dia o dinheiro é produzido de forma a que não haja como ninguém, além do órgão regulador central do país, o único autorizado a produzir dinheiro e que seja próximo do impossível produzir cópias deste, para que a equivalência real seja garantida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em teoria, toda moeda deve ter uma relação real com o valor criado dentro de um país. Não se pode simplesmente imprimir dinheiro sem nenhum critério, sendo esta uma prática que, via de regra, gera uma grande crise financeira. A moeda precisa ter um lastro real. Assim como antigamente recebia-se batatas na barraca de troca por moeda a riqueza gerada no país é expressa na produção de papel moeda.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria: Bruna Barlach</p>
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		<title>A História do Liberalismo</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrohventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: História]]></category>

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		<description><![CDATA[O liberalismo é uma doutrina político-econômica que defende a liberdade das empresas agirem conforme seus interesses sem que haja intervenção do Estado. Os economistas liberalistas acreditam que o mercado possui o poder de se auto-regular, sem que sejam necessárias medidas externas e a participação do governo nesta mediação. &#160; Uma das expressões mais conhecidas dos ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>O liberalismo é uma doutrina político-econômica que defende a liberdade das empresas agirem conforme seus interesses sem que haja intervenção do Estado. Os economistas liberalistas acreditam que o mercado possui o poder de se auto-regular, sem que sejam necessárias medidas externas e a participação do governo nesta mediação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das expressões mais conhecidas dos liberalismo é o &#8220;laissez faire, laissez aller, laissez passer&#8221;, que significa, em francês “deixa fazer, deixa ir, deixa passar, demonstrando qual é o papel que o Estado deve ter em relação à economia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para os liberais ortodoxos o papel do Estado deve ser somente de manutenção da segurança, fronteiras, garantia da propriedade privada e relação diplomáticas, estando todas as outras funções submetidas à livre concorrência, em um modelo chamado de Estado Mínimo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Surgimento do liberalismo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O liberalismo tem sua origem ainda na Idade Média e vai ganhando espaço entre os pensadores da Europa e do jovem EUA, encontrando seu maior momento de divulgação da suas ideias através da Revolução Frances, conhecida como revolução burguesa e liberal que mudaria os paradigmas da sociedade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O dois maiores ícones do liberalismo são Adam Smith e John Locke, que sistematizaram esta doutrina, que já vinha aparecendo em diversos momentos e lugares mas não havia ainda sido condensada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foram eles os primeiros a defender, de conjunto, a propriedade privada, o estado de direitos, o individualismo metodológico e jurídico, liberdade de pensamento, direitos fundamentais, liberdade religiosa, a ordem espontânea e o livre mercado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O terreno mais fértil para o liberalismo foi, sem dúvida, os EUA, um país jovem que utilizaria desta doutrina para construir-se como um grande império econômico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Declínio do liberalismo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O liberalismo se mostrou claramente ineficiente com o fim da Segunda Grande Guerra e a grande crise de 1929, quando o EUA entrou em um momento sério de depressão econômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Não havia caminho, dentro do liberalismo, para frear o processo que este havia desencadeado, tendo que o Estado mudar sua postura de não intervenção e passar a intervir na economia, tanto no que diz respeito ao processo de escolha da produção como no sistema de proteção social e direitos da população que estava antes abandonada a sua própria sorte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neoliberalismo</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo tendo mostrado suas fraquezas no início do século XX, no fim deste mesmo século a doutrina liberal voltou novamente à moda com todo o vapor. A essa retomada dos ideias libereais, reformulados e melhores adaptados à realidade contemporânea damos o nome de neoliberalismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O marco histórico do neoliberalismo é a política econômica de Margaret Thatcher, na década de 1980 na Inglaterra, que primeiro alçou o movimento de privatização das empresas estatais e diminuiu enormemente o poder do estado e o direito de organização dos trabalhadores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um primeiro momento essa nova política pareceu salvar o país de uma crise eminente, mas podemos ver na atualidade, passado alguns anos, que foi uma melhora paliativa e que criou mais problemas do que resolveu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Esse tipo de medida tornar-se-ia moda em diversos países, sendo impulsionados a partir dos organismos internacionais que exigem, para conceder empréstimos de ajuda aos países, que estes privatizem suas empresas e defendam uma política neoliberal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria: Bruna Barlach</p>
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		<title>A Batalha das Termópilas</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:07:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrohventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: História]]></category>

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		<description><![CDATA[A Batalha de Termópilas foi uma das várias travadas entre gregos e persas durante as chamadas Guerras Médicas. A razão desse nome é que os persas eram chamados genericamente pelos gregos de &#8220;medos&#8221;. &#160; O conflito foi provocado pelo anseio do persa Xerxes de dominar o território e o povo espartano, o que foi negado ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>A Batalha de Termópilas foi uma das várias travadas entre gregos e persas durante as chamadas Guerras Médicas. A razão desse nome é que os persas eram chamados genericamente pelos gregos de &#8220;medos&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conflito foi provocado pelo anseio do persa Xerxes de dominar o território e o povo espartano, o que foi negado pelo povo, juntamente com seu rei Leônidas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para o conflito, Leônidas encontrou grandes dificuldades já que o exército persa já se aproximava e os espartanos comemoravam as honrarias ao deus Apolo e o resto da Grécia comemorava os Jogos Olímpicos, o que impedia qualquer tipo de guerra naquele momento. Sem outros recursos, Leônidas partiu para o conflito com apenas 300 homens de sua guarda pessoal</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 13 de setembro de 480 a.C., o exército persa, comandado pelo rei Xerxes, acampou diante do desfiladeiro de Termópilas, na costa leste da Grécia. Seus mais de 200 mil homens recrutados para derrubar os espartanos perdiam-se de vista. Contra eles, havia o rei Leônidas e somente 7 mil soldados. Confiante na visão aterrorizadora do contingente, Xerxes enviou um emissário para convencer os gregos a se renderem. “Nós iremos disparar tantas flechas que o céu vai escurecer”. “Melhor. Nós lutaremos à sombra”, respondeu o soldado Dienekes .</p>
<p>Um dia depois, Xerxes atacou. Durante dois dias, suas melhores tropas foram massacradas na parte mais estreita do desfiladeiro e atiradas ao mar. Ele só venceu quando descobriu um atalho até a retaguarda espartana. Leônidas resistiu até a morte, cumprindo a promessa de só voltar para casa “com o escudo ou sobre ele”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Apesar de sair vitorioso da batalha das Termópilas, o exército persa sofreu muitas baixas que o enfraqueceram. A vitória na batalha custou caro para os persas. Com a resistência oferecida por Leônidas e seus homens, os gregos ganharam tempo. Os atenienses puderam abandonar sua cidade antes que os invasores persas chegassem.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As mulheres, idosos, crianças e escravos que viviam em Atenas puderam ser transferidos a tempo para a ilha vizinha de Salamina. Quando chegaram em Atenas, os persas queimaram e destruíram a cidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas acabaram sendo derrotados pelos atenienses na batalha naval de Salamina. Após essa derrota, Xerxes fugiu de volta para Pérsia, onde mais tarde morreu assassinado.</p>
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		<title>Colonialismo da Espanha</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:03:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrohventura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Colonialismo desempenhou um grande papel em tornar o mundo da maneira que conhecemos hoje. Séculos de colonialismo e política colonial moldou o mundo. &#160; O colonialismo espanhol começou como uma forma em que a Espanha poderia competir no comércio marítimo internacional. Por meio do colonialismo a Espanha esperava encontrar mais recursos para as matérias-primas ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>O Colonialismo desempenhou um grande papel em tornar o mundo da maneira que conhecemos hoje. Séculos de colonialismo e política colonial moldou o mundo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O colonialismo espanhol começou como uma forma em que a Espanha poderia competir no comércio marítimo internacional. Por meio do colonialismo a Espanha esperava encontrar mais recursos para as matérias-primas e ganho de influência econômica na política internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Espanha precedida de adquirir muitas das colônias em meio a idéia de que essas áreas, e sua parte de pessoas do império espanhol pudessem mais facilmente propagar o cristianismo. O império espanhol é mais conhecido por suas conquistas nas Américas do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os espanhóis começaram as suas explorações pelo ocidente, com a descoberta das &#8220;Índias ocidentais&#8221; por Cristóvão Colombo, em 1492, iniciaram imediatamente a colonização forçada do continente americano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em meados do século XVI,a dengue tomou conta do pais que foi obrigado a pedir ao Império Espanhol que controlava quase toda a zona costeira das Américas, desde o Alasca à Patagónia, no ocidente, e desde o atual estado norte-americano da Geórgia, toda a América Central e o Caribe até à Argentina – com exceção do Brasil, que Portugal tinha conseguido manter graças à mediação do Papa (ver Tratado de Tordesilhas).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na África, a Espanha ocupou as Ilhas Canárias (cedidas por Portugal, em 1479), o Saara Ocidental (e partes de Marrocos) e a actual Guiné Equatorial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na Ásia, a Espanha dominou as Filipinas e, na Oceania, as Ilhas Marianas e Carolinas. No século 16, Espanha colonizou as ilhas das Caraíbas e conquistadores logo derrubaram impérios nativos, como os astecas e incas no norte do continente e da América do Sul.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Expedições posteriores estabeleceram um império que se estendia do Canadá até a ponta sul da América do Sul, incluindo as Falklands ou Malvinas. predecessors. Por volta do século 17 a Espanha controlava um império em escala e distribuição mundial que nunca tinha sido abordado por seus antecessores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No final dos anos 16 e início do século 17, as expedições marítimas em busca de Terra levou à descoberta das ilhas Pitcairn, as Marquesas, Tuvalu, Vanuatu, as Ilhas Salomão e Nova Guiné, no Pacífico Sul, que se alegou para a Coroa espanhola, mas não efetivamente liquidadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até o início do século 20 a Espanha detinha apenas territórios em África, nomeadamente da Guiné espanhola, o Saara Espanhol e Marrocos espanhol.</p>
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		<title>Dia do Fico</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrohventura</dc:creator>
				<category><![CDATA[:: História]]></category>

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		<description><![CDATA[Nove de janeiro ficou conhecido como Dia do fico porque nessa data o então príncipe regente do Brasil, D. Pedro, decidiu permanecer aqui, contrariando as ordens da Coroa portuguesa para que regressasse a Portugal. Ou seja, o então príncipe regente do Brasil, não acatou ordens das Cortes Portuguesas para que deixasse imediatamente o Brasil, retornando ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>Nove de janeiro ficou conhecido como Dia do fico porque nessa data o então príncipe regente do Brasil, D. Pedro, decidiu permanecer aqui, contrariando as ordens da Coroa portuguesa para que regressasse a Portugal. Ou seja, o então príncipe regente do Brasil, não acatou ordens das Cortes Portuguesas para que deixasse imediatamente o Brasil, retornando para Portugal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após a vinda da família real, em 1808, o Brasil havia sido elevado à categoria de Reino Unido ao de Portugal e Algarves e quando D. João VI regressou a Portugal deixou aqui seu filho, D. Pedro, como regente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas os portugueses pretendiam que o Brasil voltasse à condição de Colônia, o que a presença de D. Pedro impedia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>As Cortes de Portugal estavam preocupadas com os movimentos que ocorriam no Brasil em direção à emancipação política. Viam no retorno de D.Pedro uma maneira de recolonizar o Brasil, enfraquecendo as idéias de independência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os liberais do Partido Brasileiro recolheram cerca de 8 mil assinaturas, exigindo a permanência de D.Pedro no Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Após receber manifesto assinado por milhares de brasileiros pedindo sua permanência, D. Pedro proferiu a frase que se tornou célebre: &#8220;Se é para o bem de todos e felicidade geral da nação, diga ao povo que fico.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nove de janeiro passou à História como o Dia do fico e em seguida D. Pedro tomou uma série de medidas que desagradaram a Portugal, abrindo caminho para a independência do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Este fato histórico foi importante, pois fortaleceu a posição brasileira de buscar a independência, distanciando cada vez mais da influência portuguesa.</p>
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		<title>Guerra do Golfo</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:20:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrohventura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Guerra do Golfo foi um conflito militar iniciado em 2 de agosto de 1990 na região do Golfo Pérsico, com a invasão do Kuwait por tropas do Iraque. Esta guerra envolveu uma coalização de forças de países ocidentais liderados pelos Estados Unidos da América e Grã Bretanha e países do Médio Oriente, como a ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>A Guerra do Golfo foi um conflito militar iniciado em 2 de agosto de 1990 na região do Golfo Pérsico, com a invasão do Kuwait por tropas do Iraque. Esta guerra envolveu uma coalização de forças de países ocidentais liderados pelos Estados Unidos da América e Grã Bretanha e países do Médio Oriente, como a Arábia Saudita e o Egito, contra o Iraque.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O conflito envolveu ainda países como os Estados Unidos, Grã-Bretanha, Arábia Saudita e Egito que foram afetados diretamente. O conflito foi iniciado quando Sadddam Hussein, o presidente do Iraque instigou o Kuwait a provocar a diminuição dos preços do petróleo. Além de exigir que o Kuwait indenizasse o Iraque pelos prejuízos obtidos pelo petróleo em baixa, Saddam restaurou conflitos territoriais antigos entre os países.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a rejeição do Kuwait às exigências, Saddam ordenou a invasão ao país objetivando tomar controle sobre seus campos de petróleo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A invasão iraquiana fez com que os preços do petróleo subissem consideravelmente fazendo com que os países reagissem contra o Iraque que fechou o Golfo Pérsico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Liderados pelos Estados Unidos, as nações reivindicavam que a ONU interferisse no conflito e determinasse a abertura do Golfo Pérsico. A ONU por sua vez, determinou um prazo para que o Kuwait fosse libertado das tropas iraquianas, o que foi contestado friamente por Saddam que impôs a condição da criação do Estado Palestino para o cumprimento da determinação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia 28 de agosto, Saddan ignorando a determinação da ONU declarou a anexação do Kuwait como sua 19ª província, o que fez com que a ONU permitisse a intervenção por meio da força caso o Kuwait não fosse deixado até a primeira quinzena do mês de janeiro do ano seguinte.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>No dia 17 de janeiro de 1991, foi iniciado um grande ataque aéreo para forçar a retirada das tropas iraquianas. A operação chamada de Tempestade no Deserto encaminhou aproximadamente 468.000 militares em navios, aviões e também mísseis para serem utilizados.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 27 de fevereiro, grande parte do Iraque já estava destruída, o que fez com que no dia posterior os Estados Unidos declarassem o cessar-fogo. Este, somente ocorreu no mês de abril quando o Iraque se rendeu. Ao se retirarem do Kuwait, as tropas iraquianas colocaram fogo nos poços de petróleo e ainda derramaram o mesmo por todo o Golfo Pérsico provocando a morte de inúmeras espécies.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O custo oficial da guerra foi de 61 bilhões de dólares, mas 53 bilhões foram levantados pelos países aliados &#8211; em especial as nações árabes (36 bilhões) e Alemanha e Japão (16 bilhões). Mais de 70.000 prisioneiros de guerra foram capturados e o maior parte do arsenal militar do Iraque foi destruído.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>George Bush foi derrotado por Bill Clinton em 1992 e não se reelegeu.Mais de uma década depois do fim da guerra, Saddam Hussein continua no poder, ainda não enfrenta qualquer grupo de oposição expressivo e continua desafiando a comunidade internacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O líder iraquiano comemorou o décimo aniversário do conflito, em janeiro de 2001, dizendo que seu país venceu a guerra. Neste período, as sanções impostas pela ONU agravaram a miséria da população.</p>
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		<title>Princesa Isabel</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:18:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrohventura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Princesa Isabel, Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Gonzaga de Bragança, nasceu no Rio de Janeiro em 1846, no Palácio São Cristóvão, se tornou herdeira do trono, após a morte prematura de seu irmão mais velho, o príncipe D Alfonso, a Princesa se tornou sucessora do trono quando tinha apenas 11 meses. &#160; Mas ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>A Princesa Isabel, Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Gonzaga de Bragança, nasceu no Rio de Janeiro em 1846, no Palácio São Cristóvão, se tornou herdeira do trono, após a morte prematura de seu irmão mais velho, o príncipe D Alfonso, a Princesa se tornou sucessora do trono quando tinha apenas 11 meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mas o reconhecimento oficial da sua sucessão só ocorreu em 29 de julho, aos 14 anos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Filha de D. Pedro IIficou conhecida pela assinatura da Lei 3.353 Aurea que buscava a libertação dos escravos, em 1888.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ela assumiu o trono em três situações, em que o Imperador estava viajando.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conhecida por sua luta contra injustiças contra os escravos, mediante também a assinatura da Lei do Ventre Livre em 1871, a Lei estabeleceu a liberdade dos filhos de escravos nascidos depois daquela data.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1868, casou com o conde Francês Luís Gastão de Orleans, que recebeu criticas dos opositores que temiam um terceiro reinado, o seu nome de cassada então passou a ser Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon d&#8217;Orléans.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Sempre á frente de lutas pela bem social, a Princesa antes da Lei Áurea, sancionou a Lei do primeiro recenseamento do império com a naturalização de Estrangeiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O processo de Abolição foi penoso, a Princesa Isabel perseverou até o último instante a favor dos escravos, para pressionar o resultado de abolição, a Princesa Isabel só dissolveu o Gabinete, compondo o governo apenasaqueles que eram a favor da abolição.</p>
<p>Um mês antes da assinatura da Lei Áurea, ele entregou aos escravos 103 cartas de alforria.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A sua vida foi nobre, voltada para a defesa dos mais fracos, de religião católica, os acontecimentos de sua vida marcaram sua força de caráter e talento para resoluções na área política.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quanto á sua vida familiar, foi abnegada mãe, teve seu primeiro filho apenas depois de 11 anos de casamento, um caso raro para época, teve então três filhos: Pedro de Alcântara, Luiz Maria Felipe e Antônio Gusmão Francisco.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1889, com a proclamação da República, a família Real foi exilada voltando para a Europa. A princesa viveu seus últimos dias na França, e já encontrava dificuldade de se locomover, faleceu em 14 de novembro de 1921, seus restos mortis estão no Rio de Janeiro desde 1953.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria: Andrea Alexandre dos Santos</p>
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		<title>Proclamação da República</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:16:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>pedrohventura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A proclamação do regime republicano brasileiro aconteceu em decorrência da crise do poder imperial, ascensão de novas correntes de pensamento político e interesse de determinados grupos sociais. Aos fins do Segundo Reinado, o governo de Dom Pedro II enfrentou esse quadro de tensões responsável pela queda da monarquia. &#160; Mesmo buscando uma posição política conciliadora, ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>A proclamação do regime republicano brasileiro aconteceu em decorrência da crise do poder imperial, ascensão de novas correntes de pensamento político e interesse de determinados grupos sociais. Aos fins do Segundo Reinado, o governo de Dom Pedro II enfrentou esse quadro de tensões responsável pela queda da monarquia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Mesmo buscando uma posição política conciliadora, Dom Pedro II não conseguia intermediar os interesses confiantes dos diferentes grupos sociais do país. A questão da escravidão era um dos maiores campos dessa tensão político-ideológica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os intelectuais, militares e os órgãos de imprensa defendiam a abolição como uma necessidade primordial dentro do processo de modernização socioeconômica do país.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Por um lado, os fazendeiros da oligarquia nordestina e sulista faziam oposição ao fim da escravidão e admitiam-na com a concessão de indenizações do governo. De outro lado, os cafeicultores do Oeste Paulista apoiavam a implementação da mão-de-obra assalariada no Brasil. Durante todo o Segundo Reinado essa questão se arrastou e ficou presa ao decreto de leis de pouco efeito prático.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os abolicionistas, que associavam a escravidão ao atraso do país, acabavam por também colocar o regime monárquico junto a essa mesma ideia. É nesse contexto que as ideias republicanas ganham espaço. O Brasil, única nação americana monarquista, se transformou num palco de uma grande campanha republicana apoiada por diferentes setores da sociedade. A partir disso, observamos a perda das bases políticas que apoiavam Dom Pedro II.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Até mesmo os setores mais conservadores, com a abrupta aprovação da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, começaram a ver a monarquia como um regime incapaz de atender os seus interesses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Igreja, setor de grande influência ideológica, também passou a engrossar a fila daqueles que maldiziam o poder imperial. Tudo isso devido à crise nas relações entre os clérigos e Dom Pedro II. Naquela época, de acordo com a constituição do país, a Igreja era subordinada ao Estado por meio do regime de padroado. Nesse regime, o imperador tinha o poder de nomear padres bispos e cardeais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em 1864, o Vaticano resolveu proibir a existência de párocos ligados à maçonaria. Valendo-se do regime do padroado, Dom Pedro II, que era maçom, desacatou a ordem papal e repudiou aqueles que seguiram as ordens do papa Pio IX. Mesmo anulando as punições dirigidas aos bispos fiéis ao papa, D. Pedro II foi declarado autoritário e infiel ao cristianismo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Ao mesmo tempo, alguns representantes do poder militar do Brasil começaram a ganhar certa relevância política. Com a vitória na Guerra do Paraguai, o oficialato alcançou prestígio e muitos jovens de classes médias e populares passaram a ingressar no Exército.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Os militares passaram a se opor a Dom Pedro II, chegando a repudiar ordens imperiais e realizar críticas ao governo nos meios de comunicação. Em 1873, foram criados o Partido Republicano e o Partido Republicano Paulista. Aproximando-se dos militares insatisfeitos, os republicanos organizaram o golpe de Estado contra a monarquia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Nos fins de 1889, debaixo de fortes suspeitas de que Dom Pedro II iria retaliar os militares, o marechal Deodoro da Fonseca mobilizou suas tropas, que promoveram um cerco aos ministros imperiais e exigiram a deposição do rei. Em 15 de novembro daquele ano, o republicano José do Patrocínio oficializou a proclamação da República.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria: Andrea Alexandre dos Santos</p>
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		<title>Santo Graal ou Santo Gral</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 16:14:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Santo Graal ou Santo Gral é uma expressão medieval que designa normalmente o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia, e no qual José de Arimateia colheu o sangue de Jesus durante a crucificação, Tornando o Cálice, um objeto sagrado. &#160; O cálice é um objeto simbólico também para as Lendas Arturianas, conta ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- google_ad_section_start --><p>O Santo Graal ou Santo Gral é uma expressão medieval que designa normalmente o cálice usado por Jesus Cristo na Última Ceia, e no qual José de Arimateia colheu o sangue de Jesus durante a crucificação, Tornando o Cálice, um objeto sagrado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O cálice é um objeto simbólico também para as Lendas Arturianas, conta a lenda que a paz seria devolvida ao reino de Artur, caso os cavaleiros da Távola Redonda encontrassem o Santo Graal.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Existem várias lendas acerca do Santo Graal, onde se acredita que ele designa a descendência de Jesus, ligada à Dinastia Merovíngia; Nesta versão, o Santo Graal significaria Sangreal, ou seja, Sangue Real.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Finalmente, também há uma interpretação em que ele é a representação do corpo de Maria Madalena, uma seguidora de Jesus. Outra lenda diz que Maria Madalena teria ficado com a guarda do cálice e o teria levado para a França, onde passou o resto de sua vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Na crença cristã José de Arimatéia teria recolhido no Cálice usado na Última Ceia (o Cálice Sagrado), o sangue que jorrou de Cristo quando ele recebeu o golpe de misericórdia, dado pelo soldado romano Longinus, usando uma lança, depois da crucificação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Há várias teorias sobre o Santo Graal, uma delas é que Santo Graal teria ficado sob a tutela da Ordem do Templo, também conhecida como Ordem dos Pobres Cavaleiros de Cristo e do Templo de Salomão ou Ordem dos Templários, instituição militar-religiosa criada para defender as conquistas nas Cruzadas e os peregrinos na Terra Santa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em um país de maioria católica como o Brasil, a figura do Graal é tida, comumente, como a da taça que serviu Jesus durante a Última Ceia e na qual José de Arimatéia teria recolhido o sangue do Salvador crucificado proveniente da ferida no flanco provocada pela lança do centurião romano Longino.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A Igreja Católica não dá ao cálice mais do que um valor simbólico e acredita que o Graal não passa de literatura medieval, apesar de reconhecer que alguns personagens possam realmente haver existido. Nas representações de José de Arimatéia em vitrais de igrejas, ele aparece segurando não um cálice, mas dois frascos ou galheteiros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Autoria: Andrea Alexandre dos Santos</p>
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