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Op-art



A op-art nada mais é que a utilização das ilusões de ótica como forma de arte. Seu nome vem do inglês: optic art (arte ótica) e expressa uma forma de ver o mundo. Ainda que para se conseguir executar uma obra de op-art seja preciso muita precisão ela em si representa o caos e um universo inconstante que está sempre sendo modificado.

 

Vemos nesta arte quase sempre imperar o abstrato, por não é uma arte pra se refletir sobre, é arte pra ser vista, admirada por seus efeitos e ilusões sobre o cérebro humano. Para isso usam muito o preto e branco ou poucas cores, para ampliar os efeitos sobre quem observa.

 

Os efeitos são diferentes em cada produção, dando possíveis impressões de movimento, de vibração, deformações, clarões e etc.

 

Tendo surgido nos anos de 1950, não conseguiu-se uma grande comoção com estas obras por serem muito lineares, técnicas e pouco expressivas, muitas vezes estando muito mais próximas das ciências e da matemática que das artes.

 

Seus principais expoentes foram:

 

Victor Vassarely que fundou a plástica cinética, através de pesquisas sobre a ótica e a percepção humana. Suas obras trabalhavam basicamente com o geometrismo em preto e branco ou em cores,

 

possibilitando diferentes impressões de movimentos de acordo com o ponto de visão do observador, o que ele considerava ideal, já que exigia que o observador participasse da obra para que ela fizesse sentido.

 

Alexander Calder que criava móbiles a partir da obra de Mondrian associando com retângulos coloridos para conseguir a impressão de movimento.

 

Para conseguir o efeito desejado o espectador tinha que mover a obra no início de suas produções, sendo que posteriormente ele os deixava suspenso para se moverem de acordo com o fluxo de ar.

 

Sua possibilidades são enormes e virtualmente ilimitadas, assim, mesmo sendo uma forma de arte um tanto controversa entre os artistas e não ter conseguido o mesmo glamour do que sua contemporânea, a pop-art, ela apresenta um universo de possibilidades e sempre desperta a curiosidade daqueles que a observam.

 

Autoria: Bruna Barlach

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