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Tudo Sobre Bolsas de Valores



Introdução

 

 

 

A grande maioria das pessoas técnicos ou não, de todas as classes sociais no Brasil desconhecem o objetivo e o funcionamento das bolsas de valores, quando muito, ouvem no final dos noticiários televisivos, escritos e radiofônicos, os índices das principais bolsa de Valores do país, a saber, Bovespa e BVRJ, com valores percentuais que indicam, apenas para poucos, qual foi o resultado das sua aplicações financeiras, embasadas nesses índices, enfim, para a grande maioria é apenas um local onde operadores “loucos” e “estressados” gritam uns para os outros com, seus “telefones sem-fio” presos entre o ombro e a cabeça, com blocos de anotações e caneta nas mãos.

 

A História recente do Brasil, também mostrou as bolsas de valores, como palco, segundo a opiniãfinso dos contrários, para a entrega do patrimônio da nação aos grupos estrangeiros. Opiniões políticas à parte, as bolsas de valores são o símbolo das economias capitalistas, que venceram a queda de braço com as socialistas.

 

 

 

Objetivo

 

 

 

O objetivo deste trabalho é esclarecer uma série de dúvidas sobre o funcionamento das bolsas de valores na economia brasileira e, por que não, no mundo capitalista.

 

Não é objetivo deste trabalho, ser um tratado sobre aplicações que indique os caminhos para entrar neste mercado, esta tarefa é indicada para profissionais da área financeira.

 

 

 

 

 

A Bolsa de Valores, essa “desconhecida”

 

 

 

Em 2007 a Bovespa passou por um processo de IPO e passou a visar lucro em suas atividades. Bem como a BM&F. e com funções de interesse público. Atuando como delegadas do poder público, têm ampla autonomia em sua esfera de responsabilidade. Além de seu papel básico de oferecer um mercado para a cotação dos títulos nelas registrados, orientar e fiscalizar os serviços prestados por seus membros, facilitar a divulgação constante de informações sobre as empresas e sobre os negócios que se realizam sob seu controle, as bolsas de valores propiciam liquidez às aplicações de curto e longo prazos, por intermédio de um mercado contínuo, representado por seus pregões diários. É por meio das bolsas de valores que se pode viabilizar um importante objetivo de capitalismo moderno: o estímulo à poupança do grande público e ao investimento em empresas em expansão, que, diante deste apoio, poderão assegurar as condições para seu desenvolvimento.

 

 

 

 

 

 

 

As Bolsas de Valores na história:

 

 

 

Segundo alguns historiadores, as atuais bolsas de valores nasceram na Roma antiga. Para outros, sua origem está, na Grécia antiga, onde os comerciantes se reuniam nas maiores praças para tratar de negócios. O certo é que elas surgiram nas mais antigas civilizações, com atribuições bem diferentes das bolsas de valores de hoje.

 

A origem da palavra bolsa de valores – em seu sentido comercial e financeiro – está, para muitos, na cidade de Bugres, na Bélgica. O seu nome viria de Van der Burse, proprietário da casa onde se reuniam normalmente, a negócios, alguns comerciantes para realização de negócios.

 

Em 1141, Luís XII instalou a Bourse de Paris. Em 1698, era criada a Bolsa de Valores de Fundos Públicos de Londres. A Bolsa de Valores de Nova lorque surgiria em 1792. Apesar disso, o número de sociedades por ações era mínimo no século XVIII, limitando-se àquelas existentes à compra e venda de moedas, letras de câmbio e metais preciosos. A Suíça, por exemplo, só fundou a sua primeira Bolsa de Valores, em 1850, em Genebra.

 

Somente 20 anos depois foi criada a Bolsa de Valores de Zurique, organizada sob a inspiração da Associação Livre de Mercadorias e Industrial da cidade.

 

A Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ) é a mais antiga do Brasil e a palavra corretor foi mencionada pela primeira vez na Lei nº 317, de 21 de outubro de 1843.

 

 

 

 

 

O Mercado de ações

 

 

 

Para que possamos falar sobre o Mercado de Ações, primeiro vejamos alguns conceitos:

 

Ações: São títulos que representam frações do capital de uma Empresa, no caso diz-se que essa empresa é uma “ sociedade por ações” , a qual pode ser “aberta” ou “fechada”, de acordo com seu registro na CVM.

 

As ações podem ser “ordinárias” ou “preferenciais”. As ordinárias dão ao seu proprietário o direito de voto nas assembléias gerais de acionistas, nas quais são votadas as deliberações quanto a administração da empresa, seu balanço, seus futuros investimentos, etc. O direito de voto vale para as assembléias ordinárias ou extraordinárias. As ações preferenciais não possuem direito de voto, em contrapartida têm o direito de recebimento de dividendos com prioridade sobre as ordinárias, assim como deve receber o reembolso do capital, no caso de dissolução da sociedade, antes dos acionistas ordinários (votantes).

 

 

 

Mercado de ações à vista

 

 

 

Nele, a liquidação física (entrega de títulos vendidos) se processa no 2º dia útil após a realização do negócio em Bolsa de Valores e a liquidação financeira (pagamento e recebimento do valor da operação) se dá no 3º dia útil posterior à negociação, e somente mediante a efetiva liquidação física.

 

Para operar no mercado de ações, o investidor depende de uma sociedade corretora de valores mobiliários, a qual é associada a Bolsa de Valores, pois somente essa entidade está autorizada a negociar no “pregão” de uma Bolsa de Valores.

 

Em conjunto com o corretor de ações, o investidor irá analisar e escolher os “papéis” nos quais irá investir seus recursos, considerando o balanço dos últimos anos da empresa cujas ações deseja adquirir, situação da empresa no seu mercado de atuação, etc.

 

O corretor irá representar o comprador (ou vendedor) junto a Bolsa de Valores, através de critérios pré-estabelecidos quanto a preço máximo e mínimo a pagar ou vender.

 

Os preços são formados em pregão, pela dinâmica das forças de oferta e demanda de cada papel, o que torna a cotação praticada um indicador confiável do valor que o mercado atribui às diferentes ações.

 

A maior ou menor oferta e procura por determinado papel está diretamente relacionada ao comportamento histórico dos preços e, sobretudo, às perpectivas futuras da empresa emissora, aí incluindo-se sua política de dividendos, prognósticos de expansão de seu mercado e dos seus lucros, influência da política econômica sobre as atividades da empresa etc.

 

 

 

Existem alguns tipos básicos de ordens de compra ou venda de ações, a saber:

 

Ordem a Mercado – o investidor especifica somente a quantidade e as características dos valores mobiliários ou direitos que deseja comprar ou vender. A corretora deverá executar a ordem a partir do momento que recebê-la.

 

Ordem Administrada – o investidor especifica somente a quantidade e as características dos valores mobiliários ou direitos que deseja comprar ou vender. A execução da ordem ficará a critério da corretora.

 

Ordem Discricionária – pessoa física ou jurídica que administra carteira de títulos e valores mobiliários ou um representante de mais de um cliente estabelecem as condições de execução da ordem.

 

Sempre haverá no ato de compra ou venda de ações, o pagamento de corretagem.

 

 

 

 

Mercado de opções:

 

 

 

A principal diferença entre o mercado de ações à vista e o mercado de opções é que no último não são negociadas as ações propriamente ditas, mas o direito sobre elas. Chama–se opção ao direito de uma parte comprar ou vender a outra parte, dentro de um prazo pré-estabelecido, certa quantidade de ações, por preço acertado.

 

Esse mercado pode hoje ser efetuado através das modalidades de: compra coberta, compra a descoberto e opções de venda.

 

Neste negócio há também o pagamento de comissões de corretagem.

 

Conhecer a terminologia deste mercado, pode ajudar a elucidar dúvidas, a saber:

 

Titular: O comprador da opção, que terá o direito de exercer a opção, pagando por ele.

 

Lançador: Aquele que cede o direito ou vende a opção, pelo qual recebe o prêmio.

 

Prêmio: Valor do negócio, também chamado de cotação da opção na Bolsa de Valores.

 

Opção de compra: Forma de atuação na qual o titular adquire o direito de compra de um lote de ações, por certo preço, dentro de um prazo pré-estabelecido.

 

Opção de venda: Modalidade em que o titular tem o direito, caso queira, de vender ao lançador, as ações a que se refere a opção, de acordo com o preço e prazo formulados.

 

Preço de exercício: Em opções de compra, é o valor que o titular deve pagar ao lançador por suas ações, caso exerça o direito de compra, no caso de opções de venda, o lançador paga ao titular.

 

Vencimento: Data em que cessam os direitos do titular de exercer sua opção.

 

Séries de uma opção: Opções do mesmo tipo (compra e venda), para a mesma opção objeto, e com a mesma data de vencimento. Os prêmios variam conforme os preços de exercício, que diferem de uma série para outra.

 

Tanto o titular como o lançador de opções (de compra ou de venda) podem, a qualquer instante, sair do mercado, pela realização de uma operação de natureza oposta.

 

Quando uma série de opções tem sua negociação em pregão autorizada, permanece válida até o seu vencimento, embora possam ser introduzidas novas séries, com diferentes preços de exercício. A Bolsa de Valores pode, porém, suspender, a qualquer instante, as autorizações para lançamento e/ou negociação.

 

Isso em geral acontece com as séries que não apresentam posições em aberto e cujos preços de exercício sejam muito diferentes dos preços de mercado. Séries com posições em aberto não têm sua negociação suspensa, salvo em casos especiais.

 

As operações no mercado de opções, como no mercado à vista, somente podem ser efetuadas por sociedade corretora autorizada pela Bolsa de Valores, observando-se, na sua realização, o disposto no Regulamento de Operações no Mercado de Opções.

 

São permitidas operações de “day-trade”, ou seja, a compra e a venda da mesma série, em um mesmo pregão, por uma mesma sociedade corretora e por conta de um mesmo comitente (aplicador).

 

A liquidação dessas operações, exclusivamente financeira, é feita pelo saldo.

 

No dia do vencimento da opção não é permitida a realização de tais operações.

 

A Bolsa de Valores, segundo o regulamento vigente, pode impor restrições ao mercado de opções sempre que for aconselhável, considerados o interesse do mercado, a proteção do investidor ou o objetivo de manter o mercado justo e ordenado.

 

A suspensão da ação-objeto no mercado a vista implica, normalmente, a suspensão das negociações com suas opções.

 

A suspensão das negociações com suas opções, entretanto, pode acontecer independentemente do comportamento da ação no mercado a vista, sempre com o objetivo único de regular o comportamento do mercado de opções.

 

 

 

 

 

Negociações Sem Certificado (Escritural)

 

O mercado de opções é caracterizado por seu controle totalmente escritural. As posições de lançador e titular resultam do registro das operações na Bolsa de Valores, em código diferente para cada cliente. Embora não sejam emitidos certificados de opções pela Bolsa de Valores, são mantidos controles diários das operações realizadas e, conseqüentemente, das posições geradas e lançadas na conta de cada cliente.

 

Relatórios são também enviados às sociedades corretoras, permitindo um acompanhamento contínuo da situação de seus clientes. Os clientes que atuam no mercado de opções recebem, a cada operação que altere sua posição registrada na Bolsa de Valores, um extrato de sua conta – que pode também ser obtido mediante solicitação.

 

 

 

 

 

Mercado a termo de ações:

 

No mercado a termo, existe um novo aspecto, o qual é o contrato entre as partes envolvidas no processo de compra e venda de ações.

 

Este contrato estabelece prazos, preços e outros detalhes do negócio a ser feito. Operações com prazos de liquidação diferidos, em geral de trinta, sessenta ou noventa dias.

 

Para aplicações no mercado a termo é necessário, um limite mínimo para a transação e depósito de valores, tanto pelo vendedor como pelo comprador , utilizados como margem de garantia da operação.

 

O contrato a termo pode, ainda, ser liquidado antes de seu vencimento.

 

As principais vantagens desse tipo de operação consistem em permitir ao investidor proteger preços de compra, diversificar riscos, obter recursos e alavancar seus ganhos.

 

 

 

Por que comprar Ações a Termo?

 

As principais vantagens desse tipo de operação consistem em permitir ao investidor:

 

Proteger Preços – um aplicador que espera uma alta nos preços de uma ação ou de um conjunto delas pode comprar a termo, fixando o preço e beneficiando-se da alta da ação. Poderá fazer isso porque, embora não conte, no momento, com dinheiro suficiente para a compra do lote desejado, aguarda a entrada de novos recursos dentro do prazo para o qual realizou a operação.

 

Diversificar Riscos – um aplicador quer comprar algumas ações cujas cotações estima estarem deprimidas, porém não quer concentrar todos os seus recursos em apenas um ou dois papéis, para não assumir riscos muito elevados. Adquire a termo quatro papéis mais atrativos, desembolsando apenas a margem de garantia. Essa diversificação envolve riscos menores do que uma aplicação em ações de uma única empresa, já que a eventual perda com uma ação pode ser compensada com ganhos com as outras três.

 

Obter Recursos (operação caixa) – para detentores de carteiras que precisam de recursos para uma aplicação rápida, mas não querem se desfazer de nenhuma ação. A alternativa de vender a vista para imediata compra a termo do mesmo papel permite ao aplicador fazer caixa e, ao mesmo tempo, manter sua participação na empresa.

 

 

 

Por que Vender a Termo ?

 

Principalmente, para obter renda adicional.

 

Para Financiar – Nesse tipo de operação – de financiamento – o aplicador compra ações no mercado a vista e as vende a termo, no prazo que deseja financiar, com o objetivo de ganhar a diferença existente entre os preços a vista e a termo, ou seja, os juros da operação;

 

Aumentar a Receita – Tomada a decisão de vender uma ação – sem a necessidade de uso imediato de recursos -, pode-se optar por uma venda a termo, maximizando ganhos, pois serão recebidos os juros de um período além do preço a vista da ação. Esse período – o prazo do contrato – será escolhido pelo vendedor a termo, de acordo com sua programação de aplicações e seu conhecimento de alternativas futuras.

 

 

 

Vender a Termo e Comprar Opções de Compra

 

A utilidade dessa estratégia é viabilizar proteção para o vendedor a termo que não possui as ações. Adquirindo opções de compra sobre as ações vendidas a termo, o aplicador que espera por uma baixa de mercado protege-se contra uma inesperada alta no mercado a vista.

 

 

 

Comprar a Termo e Lançar Opções de Compra

 

Com essa estratégia, o aplicador pode explorar os diferentes níveis de taxas de juros existentes nos dois mercados e, caso não seja exercido, reduzir o custo de aquisição dos títulos. Dessa forma, é possível garantir o atendimento a eventual exercício da opção pela liquidação do contrato a termo.

 

 

 

 

 

Conclusão

 

 

 

O mercado de ações em todos os aspectos comentados anteriormente mostra uma gama muito grande de formas e “modus operandi” , de forma que o envolvimento do cidadão comum, ou ainda, investidor quando iniciante deve ser feito com cautela, procurando acercar-se de parceiros de confiança para evitar fracassos. Segundo os “experts” deste mundo repleto de números, siglas, indicadores e uma “sopa de letrinhas” bastante recheada, as aplicações em bolsa de valores são indicadas para investidores com maior volume de capital a aplicar e que não espere retorno a curto prazo.

 

Coloco em seguida, um texto extraído do site na Internet, da Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, em forma de FAQ (frequently Asked Questions) ou perguntas freqüentemente feitas, sobre a Bolsa de Valores e sua aplicação, direcionado aos leigos.

 

 

 

 

 

O que é ?

 

 

 

É o local especialmente criado e mantido para negociação de valores mobiliários, em mercado livre e aberto organizado e fiscalizado pelos corretores e pelas autoridades.

 

 

 

O que são valores mobiliários?

 

 

 

São títulos como debêntures, ações, opções etc.

 

 

 

 

 

 

Por que é necessário um lugar especial para negociar ações?

 

 

 

Para concentrar em determinado local compradores e vendedores, centralizando as ofertas. Além disso, para negociar ações, são necessários dois serviços: informação e liquidação. E a Bolsa de Valores é que presta esses dois serviços ao investidor.

 

 

 

Em que consiste o serviço de informações?

 

 

 

Consiste em colocar à disposição do público o histórico dos preços pelos quais cada ação vem sendo negociada, bem como as ofertas de compra e venda existentes no momento, informações indispensáveis para o investidor decidir por quanto vai comprar ou vender suas ações.

 

A Bolsa de Valores cuida, ainda, de obter e divulgar informações sobre o desempenho das companhias cujas ações são negociadas, o que é importante para acompanhar a vida dos investimentos realizados.

 

 

 

Como posso tomar conhecimento dessas informações?

 

 

 

As cotações são divulgadas no mesmo dia pela Bolsa de Valores e publicadas pelos jornais diários do dia seguinte. Dados mais completos podem ser encontrados nas revistas e boletim editados pela própria Bolsa de Valores.

 

Informações atualizadas minuto a minuto, durante o período em que são realizados os negócios, podem ser encontradas nos terminais de vídeo que a Bolsa de Valores mantêm em todo o País, ligados aos seus computadores. Esses terminais podem ser até instalados nos escritórios e residências dos investidores que quiserem e, naturalmente, pagarem pelos serviços.

 

 

 

E o serviço de liquidação em que consiste?

 

 

 

Consiste em fazer os títulos chegarem às mãos do comprador e o dinheiro às mãos do vendedor. Além de executar o serviço de liquidação propriamente dito, a Bolsa de Valores tem outro papel nesse processo: garantir a legitimidade das ações que entrega aos compradores.

 

 

 

 

 

Como se dá essa garantia?

 

 

 

A Bolsa de Valores mantêm um Fundo de Garantia. Mesmo que posteriormente sejam descobertas ações falsas ou roubadas entre os títulos que você comprou, a Bolsa de Valores os substituirá por ações boas, cobrindo os prejuízos.

 

 

 

 

O que se faz para investir na Bolsa de Valores?

 

 

 

O que se chama “investir na Bolsa de Valores” nada mais é, do que investir em ações. E, para investir em ações, o caminho certo é procurar uma corretora de valores, distribuidora ou banco de investimento.

 

 

 

Não posso procurar diretamente a Bolsa de Valores?

 

 

 

Naturalmente, as portas da Bolsa de Valores estão abertas aos investidores para prestar-lhes esclarecimentos, atender consultas, fornecer publicações, etc. Mas a compra e venda de ações é sempre feita através de uma corretora de valores, membro da Bolsa de Valores.

 

 

 

Quais são os serviços prestados ao investidor pela Bolsa de Valores e pelas corretoras?

 

 

 

A corretora assessora o investidor dando informações e recomendações; e recebe as ordens de compra e venda dadas pelo investidor. Essas ordens são transmitidas para o operador no pregão – local onde são realizados os negócios.

 

Fechada a operação, entra em cena a Bolsa de Valores que registra e passa a divulgar os valores negociados, procedendo finalmente, à liquidação.

 

 

 

O que é o pregão?

 

 

 

É o recinto onde se reúnem os operadores para executar as ordens de compra e venda dadas pelos investidores às suas corretores.

 

O pregão funciona diariamente de 11:30 hs às 18:00 horas.

 

 

 

A Bolsa de Valores é um órgão público?

 

 

 

Não. A Bolsa de Valores é um órgão privado. Uma associação civil formada pelas corretores de valores que são seus membros.

 

 

 

Dividendos

 

 

 

A participação nos resultados de uma sociedade é feita sob a forma de distribuição de dividendos em dinheiro, em percentual a ser definido pela empresa, de acordo com os seus resultados, referentes ao período correspondente ao direito.

 

Quando uma empresa obtém lucro, em geral é feito um rateio, que destina parte desse lucro para reinvestimentos, parte para reservas e parte para pagamento de dividendos.

 

 

 

 

Mas a Bolsa de Valores não tem um papel fiscalizador?

 

 

 

Tem. A Bolsa de Valores é, inclusive, órgão auxiliar da CVM – Comissão de Valores Mobiliários – na fiscalização do mercado de ações. Este é um exemplo de auto-regulação, uma iniciativa de caráter estritamente privado que funciona de acordo com regras definidas pelos próprios membros da Bolsa de Valores sem ingerência estatal.

 

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2 Comentários »

  1. Gracielle 14 de março de 2012 at 22:45 - Reply

    Eu adorei, só faltam algumas coisas como, por exemplo, para que serve o mercado de ações e açoes de empresas! Gostei.

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  2. José Ruben 28 de março de 2012 at 14:28 - Reply

    Bem esclarecedor esse trabalho. Obrigado por me proporcionar.

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